• FIM DA CONTA DE LUZ

    Há cerca de dois anos, a escola de idiomas Big Ben, localizada no bairro Jardim Maluche, resolveu apostar em um novo modelo de geração de energia: a instalação de placas fotovoltaicas para captação de energia solar. A ideia acompanhou investimentos que vinham sendo feitos na estrutura da empresa, que acreditou e investiu na proposta de captação de energia de forma sustentável.

    As placas foram instaladas em dezembro de 2016 e, conforme o administrador da Big Ben, Murilo Kreusch França, o retorno está surpreendendo a empresa. “Já na primeira fatura, nos impressionou”, disse, reportando-se a uma grande redução no consumo, e à projeção de economia ainda maior, em médio prazo.

    A solução sustentável e o retorno imediato observado pela Big Ben também se repetiram em outras empresas e consumidores que acreditaram nas ideias da Rakia, empresa brusquense com atuação de destaque no setor. Rafael Foppa, sócio-diretor da empresa, explica que, antes de constituí-la formalmente, houve uma preparação para entender as demandas do mercado. Ele explica que é possível, com a instalação das placas que captam a energia solar, tornar-se autossuficiente e não depender mais da energia da Celesc.

    Além disso, é possível gerar créditos com a energia excedente captada pelo sistema. Além da geração de energia, o consumidor pode contratar apenas um sistema para aquecimento, destinado a chuveiros, torneiras e piscinas. Trata-se de um investimento para médio e longo prazo: as placas para geração de energia têm garantia de eficiência de pelo menos 25 anos. Conforme a empresa, o retorno do investimento vem entre quatro e cinco anos.

    Após o primeiro contato do consumidor, a Rakia agiliza todo o processo. São realizados estudos de demanda para determinar a quantidade de placas necessárias e, após isso, é idealizado o projeto para ser apresentado à Celesc, que possui, em sua estrutura, um departamento específico para o tema.

    Dessa forma, portanto, não há empecilhos burocráticos para o cliente. A Celesc aprova o projeto e substitui o medidor de energia. Após a instalação, em dois ou três meses o consumidor se torna autossuficiente, ou seja, passa a ser a única fonte de energia.

    Segundo o diretor da Rakia, a quantidade de placas colocadas visa garantir a geração de energia o ano todo: mesmo nos meses de frio e tempo nublado o sistema continua a captar energia solar e abastecer a residência ou empresa. As soluções alternativas em energia são vistas como uma antecipação a problemas futuros. “Hoje nós precisamos cada vez mais de energia, o Brasil está defasado em 17% na geração. Se não fosse a recessão econômica, hoje estaria faltando energia”, afirma Foppa.

    “Com a melhora da economia, as empresas vão consumir mais, a tendência é faltar”, alerta o diretor da Rakia. “O sol é uma fonte contínua de energia, mesmo quando chove. É um custo-benefício extremamente vantajoso e impacto ambiental extremamente baixo”.

    Confira o antes e depois da fatura:

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  • EXPANSÃO DO FOTOVOLTAICO

    A energia solar, que tem como intuito diminuir a conta de energia, ainda é uma novidade para grande parte dos consumidores na região da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec). Segundo pesquisa realizada pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o sistema não é tão difundido na região Sul porque 55% das pessoas querem melhoras no financiamento para aderir ao sistema.

    Apenas 20% acreditam que há pouca informação sobre o assunto, enquanto 20% acham que o preço do equipamento é caro. Esses dados foram apresentados pelo Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas na América Latina (Ideal) / UFSC.

    Segundo o engenheiro eletricista Felipp Bittencourt Frassettoo Sul do Brasil é a área do país com o menor índice de insolação, mas ainda é melhor do que o lugar com o maior índice de insolação da Alemanha, país que mais usa energia solar per capita. “Se existe um dispositivo que consegue reverter a luz do sol para mim, porque eu não usaria? Claro que isso deve estar dentro do custo de cada um”, comenta Frassetto.

    O engenheiro eletricista relembra que há dez anos, praticamente não existia energia solar na região Sul. “No Brasil, em 2017, haviam 10 mil instalações. Em 2018, esse número passou para 24.514”. Sobre o desconto na energia, ele afirma que “alguns clientes conseguem baixar a conta em até 10 vezes após instalar o equipamento da energia solar. Tem cliente que pagava R$ 180 e hoje paga R$ 20 na conta de energia para a distribuidora”, afirma.

     

    COMO FUNCIONA A ENERGIA SOLAR DE FORMA TÉCNICA

    O sistema funciona, basicamente, quando há sol. “Neste momento, a placa está gerando energia, e se naquele momento ninguém estiver usando ela tem que ir para algum lugar, no caso, para a distribuidora. Todo o sistema instalado funciona em paralelo à distribuidora”, ressaltou.

    A explicação técnica do engenheiro eletricista revela que para se ter energia solar é preciso ter um equipamento ligado a um disjuntor da edificação e a responsável por fazer essa ligação é a distribuidora. “Existem dois grandes ramos associados a energia solar no aspecto econômico. O termo solar, que é para o aquecimento da água e o fotovoltaico, que é para a geração de energia. Esse fotovoltaico são as placas solares compostas, por sua vez, de células solares. A geração de energia solar nessa placa é contínua, mas a nossa vida é regida pela energia alternada – que são os equipamentos domésticos. Então, se eu gero energia nessa placa, eu tenho que conectá-la a um inversor que vai passar da corrente contínua para a alternada. Do inversor sairão dois fios que serão ligados ao quadro disjuntor da edificação. A energia solar também vai vir em paralelo”, explicou.

    SUSTENTABILIDADE

    Ao se instalar um Sistema Fotovoltaivo (SFV), o valor do imóvel também valoriza, segundo o engenheiro eletricista. “Seria como fazer uma melhora no imóvel. Dentre uma série de critérios (materiais utilizados na construção, destinação correta dos resíduos, da construção e do lixo dos moradores, etc), a utilização de fontes de energia alternativa também conta pontos para que construtoras consigam algumas certificações”, avalia Frassetto.

     

    Fonte: Engeplus

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  • CRESCIMENTO DO FOTOVOLTAICO

    O Brasil é um dos maiores potenciais de produção de energia solar do mundo, pois recebe todos os anos altos índices de radiação solar. E a tendência é que essa vantagem seja melhor aproveitada futuramente.

    A utilização da energia solar fotovoltaica pode oferecer diversos benefícios para os brasileiros. Regiões do país que sofrem com secas têm despesas com energia elétrica muito onerosas para o consumidor.

    Isso se deve ao fato de, durante períodos de estiagem, os níveis das hidrelétricas ficam menores. E as hidrelétricas são a principal matriz energética brasileira atualmente. Quando isso acontece, o governo recorre a termelétricas, que utiliza combustíveis mais caros. E uma forma de contornar isso é investir em energia solar, o que pode beneficiar o país inteiro.

    Outro motivo para investir em energia solar é o fato de o Brasil ter uma das maiores jazidas de quartzo do mundo, de onde se extrai o silício usado nas placas solares.

    Hoje são cerca de 30 mil sistemas fotovoltaicos operando no Brasil e a tendência é crescer, devido ao grande investimento de empresas privadas.

     

    Fonte: Terra

     

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  • PROCON REGISTRA RECLAMAÇÕES SOBRE AUMENTO DA FATURA

    O exacerbado aumento na conta de luz referente ao mês de dezembro (2018) causou revolta na população. Muitos consumidores ficaram surpresos ao receberem a fatura, que em alguns casos, teve um aumento de mais de 200%.

    Grande parte desses consumidores prestaram reclamações ao Procon, com a maioria alegando a impossibilidade desse consumo, visto que passaram boa parcela do mês em casas de veraneio.

    A procuradoria de Defesa do Consumidor (Procon) de Itajaí orientou a população sobre os casos de aumento excessivo nas contas de energia elétrica. O órgão indica que os consumidores devem se atentar ao valor da fatura e o volume de consumo registrado pela Celesc.

    O cidadão deve conferir o registro de consumo informado pela Celesc com o medido no relógio. Além disso, é necessário observar a quantidade de dias faturados pela estatal no mês de referência da fatura, pois pode variar entre 27 e 33 dias.

    O Procon diz que desde agosto de 2018 não há registros de aumento nas tarifas e alíquotas de energia elétrica cobradas pela empresa catarinense. Dessa forma, pra procuradoria não existe justificativa pros aumentos ocorridos nas faturas em Itajaí.

    O Procon informa que os casos são analisados de forma individual e que os consumidores devem ir até o órgão para tirar dúvidas ou registrar reclamação.

     

    Fonte: Diarinho

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  • O AVANÇO DA ENERGIA SOLAR

    São Paulo – O empresário Luiz Figueiredo usou 1.150 painéis solares para cobrir o lago de sua fazenda e gerar a própria energia. O consultor Carlos Tabacow instalou 18 placas no teto de sua casa e ficou livre da conta de luz. No Rio, uma escola cobriu o telhado com 50 painéis e agora produz metade da energia que consome. Iniciativas como essas começaram a se espalhar pelo País e têm garantido uma escalada dos projetos de microgeração de energia solar no Brasil.

    Dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mostram que, de junho de 2013 para cá, o número de conexões de microgeração de energia subiu de 23 para 30.900 – sendo 99% desse montante de energia solar. Mais de dois terços das ligações foram feitas por consumidores residenciais. Eles veem nos painéis solares uma saída para ficarem menos vulneráveis ao encarecimento da energia elétrica no Brasil, cujo custo tem subido bem acima da inflação.

    A exemplo do que ocorreu com a energia eólica, as “microusinas” solares só ficaram acessíveis a uma parte da população, com o barateamento dos equipamentos, quase todos importados. Hoje, para instalar um sistema solar numa residência média, o consumidor vai gastar cerca de R$ 20 mil. Ainda não é um custo que esteja ao alcance da maioria dos brasileiros, mas os prognósticos para o futuro são positivos.

    Apesar da alta do dólar, que tem reflexo direto no custo dos projetos, mudanças nas diretrizes e políticas de alguns países, que estão reduzindo os subsídios à fonte solar, começam a derrubar o preço dos equipamentos, afirma o presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Sauaia. Essas alterações vão elevar os estoques no mundo e o Brasil pode se beneficiar do movimento.

    Clima

    Do ponto de vista climático, as condições também são favoráveis, uma vez que a irradiação solar no País é ideal para a produção elétrica. Essa vantagem aliada ao fato de que no futuro os consumidores estarão cada vez mais aptos a gerar a própria energia tem provocado uma corrida das empresas para conquistar um pedaço desse mercado, que ainda engatinha no País.

    De olho nesse filão, as distribuidoras de energia, que hoje fazem a intermediação entre geradores e consumidores, decidiram criar empresas com foco na microgeração pegando carona no sucesso de companhias independentes que vinham surfando nessa onda sozinhas.

    Mas, independentemente do atual momento conjuntural, as previsões para a energia solar no Brasil são promissoras por outros fatores. Recentemente, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deu um empurrão no setor ao decidir financiar pessoas físicas interessadas em microgeração de energia solar. O empréstimo tem taxas que variam de 4,03% e 4,55% ao ano, prazo de carência de 3 a 24 meses e 12 anos para pagar. “É uma linha que representa um marco histórico para o setor”, diz Sauaia.

    Redução na conta de luz

    A possibilidade de gerar a própria energia elétrica e ao mesmo tempo reduzir a despesa mensal levou o consultor de imóveis Carlos Tabacow a investir nos painéis solares e praticamente zerar a conta de luz. Antes da instalação do sistema, ele gastava mensalmente cerca de R$ 600. Agora paga apenas R$ 40 pelo custo da distribuidora. “Em sete anos, terei retorno do investimento feito”, calcula o consumidor, que vê na microgeração um caminho sem volta. “No futuro, não vamos mais depender de concessionária. Cada um vai gerar a própria energia.”

    Na Fazenda Figueiredo, em Cristalina, o projeto do agricultor Luiz Figueiredo não é suficiente para abastecer todo o consumo propriedade. Mas o projeto virou uma referência no mercado. As 1.150 placas solares cobrem boa parte do lago formado com água das chuvas e, além de produzir energia, ajudam a reduzir a evaporação da água – usada para irrigação no período de seca. “O governo já demonstrou interesse em replicar o modelo num trecho de elevação da Transposição do São Francisco”, disse Figueiredo, que gastou R$ 2 milhões no projeto.

    Apesar do consumo da fazenda ser quatro vezes maior à produção do sistema, ele afirma que tem conseguido fazer uma boa economia. “Só com a bandeira vermelha (uma tarifa extra), meu gasto com a conta de luz sobe R$ 20 mil por mês.” Figueiredo planeja construir novas plantas solares. “Mas gosto de fazer tudo com o pé no chão, aos poucos.”

    Fonte: Revista Exame

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  • APPLE TEM 100% DE SUAS OPERAÇÕES MOVIDAS POR ENERGIA SOLAR

    A Apple anunciou recentemente que agora todas as suas operações ao redor do mundo (100%) são movidas por energia solar. Fonte de energia renovável e limpa que respeita o meio ambiente. A ação inclui lojas da Apple, escritórios, data centers e instalações compartilhadas em 43 países, incluindo Estados Unidos, Reino Unido, China e Índia.

    O trabalho da empresa para utilizar energias renováveis acontece há algum tempo. Em 2011, a Apple já comemorava a redução de 54% na emissão de gases poluentes em suas instalações devido a seus projetos de energia renovável. No ano de 2014, todos os data centers da companhia passaram a operar somente com energia limpa.

    No anúncio a Apple revelou que outros nove parceiros de fabricação se comprometeram a usar 100% de energia limpa em todas as suas operações ligadas com a produção da empresa. A Apple e seus parceiros estão criando projetos de energia renovável no mundo todo. Com isso, aumentam as opções de energia para comunidades locais, governos e até mesmo países inteiros. Esses projetos representam diversas fontes de energia limpa, incluindo painel solar e placa solar.

    Tim Cook, CEO da Apple diz que o objetivo da empresa é deixar o mundo melhor do que encontramos. Depois de anos de muito trabalho, a equipe da Apple está orgulhosa dessa incrível conquista que alcançaram. Além disso, a intenção da empresa é continuar com projetos que quebrem as barreiras, como por exemplo, materiais dos produtos da marca e como são reciclados. Tim quer estabelecer o máximo possível de fontes inovadoras de energia renovável e limpa na Apple, pois segundo ele, nosso futuro depende disso.

    Atualmente a Apple possui 25 projetos de energia renovável em todo o mundo, com isso, são totalizados 626 megawatts de capacidade de geração de energia limpa, sendo 286 megawatts derivados da geração de energia solar fotovoltaica em 2017, o que foi a maior geração de energia solar para o período de um ano. Outros 15 projetos estão em desenvolvimento e quando finalizados, mais de 1,4 gigawatts de energia limpa renovável estarão disponíveis em 11 países.

    Fonte: Portal Solar

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  • Fotovoltaico mantém crescimento a nível mundial

    A capacidade mundial instalada de energia solar fotovoltaica em 2017 subiu para 98,9 GW (Gigawatt), o que representa um aumento de mais de 29% em relação a 2016. Os dados foram divulgados pela associação da indústria solar europeia SolarPower Europe, durante o SolarPower Summit, que decorreu entre os dias 14 e 15 de março em Bruxelas, na Bélgica.

    De acordo com o relatório divulgado, o mercado na Europa continua em franco crescimento, com um aumento 28,4% face ao ano anterior (em 2016, a capacidade instalada atingiu os 6,7 GW, ao passo que, em 2017, chegou aos 8,6 GW).

    “É bom ver o crescimento da energia solar na Europa novamente, e é particularmente encorajador ver que este crescimento acompanha o crescimento global. Sabemos que a União Europeia ainda tem muito trabalho pela frente se quiser acompanhar o ritmo do resto do mundo no que diz respeito à energia solar. Esperemos que a União Europeia concorde com a meta de 35% de energias renováveis no próximo pacote legislativo Energia Limpa”, destacou, em comunicado, Christian Westermeier, presidente da SolarPower Europe.

    Segundo a SolarPower Europe, a Turquia foi o maior mercado europeu de energia solar no ano que passou, com um crescimento de 213%, seguida da Alemanha e com o Reino Unido a atingir a terceira posição, depois de, em 2016, ter sido o “campeão” da energia solar fotovoltaica na Europa.

    Apesar desta evolução, a associação considera que a Europa não se pode desleixar, sob pena de ficar para trás. Isto porque a Ásia mantém-se como a maior fonte deste contínuo crescimento, com a China e a Índia a contribuírem com mais de 63% para o mercado fotovoltaico mundial em 2017. Em termos mundiais, o mercado chinês cresceu 53%, para 52,8 GW, contra os 34,5 GW em 2016. Um valor que está, assim, bastante distante dos Estados Unidos, que, no último ano, alcançaram os 11,8 GW. A Índia surge no terceiro posto, com 9,6 GW.

    “O crescimento da energia solar é uma boa notícia já que nos movimentamos para uma transição energética global. Mas a Europa está em risco de ficar para trás. A União Europeia deve garantir que resolve os obstáculos ao potencial da energia solar, como as barreiras no consumo próprio e tem de garantir uma estrutura forte para a energia solar em pequena escala. A União Europeia tem de apoiar a políticas que encorajem a construção de mais instalações de energia solar e remover as barreiras que existem no comércio dos painéis solares. Isto não vai apenas garantir uma energia limpa para o futuro da União Europeia, como vai dar um impulso ao desenvolvimento local. É esperada a criação de mais de 40 mil empregos na Europa, em 2019, se as barreiras no comércio forem removidas”, rematou James Watson, director executivo da SolarPower Europe.

     

    Fonte: Edifícios e Energia

     

     

     

     

     

     

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  • SC isentará ICMS da autogeração de energia elétrica distribuída

    Na terça-feira (07/03), o secretário de Estado da Fazenda, em reunião com o deputado estadual Dirceu Dresch (PT), afirmou que o governo de Santa Catarina fará a isenção da cobrança do imposto do ICMS da autogeração de energia elétrica, como a solar, cujo o excedente produzido seja compartilhado na rede pública de abastecimento. A adesão do Estado ao Convênio 16/15 será deliberada na próxima reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária, o Confaz, que ocorre no dia 3 de abril.  Hoje, com exceção de Santa Catarina e Paraná, todos os demais estados já aderiram ao convênio e isentam a cobrança do ICMS sobre a energia produzida pelo próprio consumidor.

    Segundo o secretário, governo enviará ao Legislativo na próxima semana o projeto de lei fixando a isenção da cobrança, uma exigência do Confaz. No documento de adesão ao Convênio 16/15 o governo catarinense fixa que a isenção se dará pelo prazo de 48 meses. “É completamente injusto o cidadão pagar imposto da energia que ele próprio gera. Com a extinção do ICMS, o retorno do investimento feito pela pessoa que transformou o telhado da casa em uma usina de geração solar, por exemplo, será mais rápido. É uma medida que estimulará todo o setor da mini e microgeração. O governo abre mão de um lado, mas vai arrecadar mais com o aumento das vendas de equipamentos e serviços”, afirma Dresch.

    Durante o procedimento do projeto no legislativo, o deputado afirma que irá debater o prazo de isenção que o governo quer fixar, pois considera quatro anos pouco tempo. Hoje, há 2,2 mil projetos de autogeração distribuída de energia solar só no estado de Santa Catarina.

     

    Fonte: São Joaquim Online

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  • PRODUÇÃO DE ENERGIA SOLAR PODE DOBRAR ESSE ANO

    Recentemente, a Aneel divulgou um relatório que mostra a previsão da entrada garantida com viabilidade alta de 28 usinas, totalizando 781 megawatts, e mais 35 usinas com viabilidade média, totalizando 231 megawatts de capacidade instalada.

    A Agência Nacional de Energia Elétrica ainda intenciona que nesse ano de 2018, entrem em operação mais sete usinas hidrelétricas. No total, a energia solar deve acrescentar este ano ao sistema 1.012 MW, dobrando a capacidade atingida pelo Brasil no final de 2017. Para 2019, a Aneel estima que haja a entrada de mais 356 MW de energia solar.

    O Brasil é um dos países que mais possui potencial para gerar energia através do sol, visto que a região menos ensolarada do Brasil tem a capacidade de gerar mais energia solar do que a região mais ensolarada da Alemanha, país o qual é um dos líderes no uso da energia fotovoltaica.

    Também nesse ano de 2018, o Brasil deve estar entre os 20 países que mais geram energia solar.

    Segundo dados do planejamento do setor elétrico, estima-se que em 2050, 18% das residências no país contarão com geração fotovoltaica.

     

    Fonte: Portal Solar

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  • Energia solar com custo reduzido

    Os cooperados da Viacredi podem, a partir de hoje, instalar placas fotovoltaicas em suas residências ou empresas, com preço reduzido. Pois o sistema CECRED participa do programa energia solar, esse que incentiva a popularização de fontes de energia renováveis.

    Formado a partir da constituição do CECRED, o sistema CECRED adota uma gestão democrática, fazendo com que todas as cooperativas do sistema tenham voz ativa, a fim de alcançar um objetivo: a melhoria da qualidade de vida do cooperado.

    A Viacredi oferece também uma linha de crédito específica, com taxas reduzidas para os cooperados que tenham interesse em aderir ao programa. Para participar, basta acessar: http://www.programaindustriasolar.com.br

     

    Fonte: Agenda PROGRID/ CECRED

    www.programaindustriasolar.com.br
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