• Bondinho do Pão de Açúcar passará a usar energia solar fotovoltaica

    Se há uma coisa incontestavelmente abundante na cidade do Rio de Janeiro, é a luz do sol. Por isso, é literalmente natural que a cidade passe cada vez mais a utilizar a energia solar fotovoltaica para abastecer o consumo elétrico carioca. E para isso há uma boa notícia: um dos pontos turísticos mais visitados do mundo, o bondinho do Pão de Açúcar, já conta com projetos sustentáveis de eficiência energética e, nos próximos anos, desenvolverá novas iniciativas para o Morro do Pão de Açucar e da Urca, por onde viaja o bondinho.

    Já hoje existem 42 placas solares instaladas no local, gerando energia para o Morro da Urca a partir da radiação solar. Um dos conjuntos fotovoltaicos fica responsável pelo aquecimento da água dos restaurantes do local. O processo é continuo, ao longo de qualquer dia – inclusive dias nublados e com pouca incidência de luz solar.

    O uso de tais placas já representa uma economia mensal de 2 MWh no consumo de energia do complexo turístico – o equivalente ao consumo de 10 famílias brasileiras – e, segundo a Companhia Caminho Aéreo Pão de Açucar, que administra o bondinho, a ideia é expandir ainda mais o uso de energia solar. Por mais que ainda represente uma melhora pequena na realidade do consumo de energia na cidade, é um alívio para os cariocas ver o Rio cumprir, pelo menos um pouco, sua vocação natural para ser de fato – e não só na música e no imaginário – uma cidade maravilhosa.

     

    Fonte: Hypeness.

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  • A lixeira que suga até 83 mil sacos plásticos por ano com energia solar

    Ideia é utilizá-la em portos e embarcadouros, onde o vento e as correntes aumentam a acumulação de resíduos.

    Uma enorme quantidade de resíduos plásticos espalhados pelos oceanos inspirou uma dupla de surfistas australianos a criar uma lixeira flutuante. (Assista ao vídeo)
    Apelidado de “Seabin”, o invento, que pode sugar pedaços de plástico de diferentes tamanhos e até pequenas quantidades de combustível, tem uma bolsa de tela removível, que pode ser esvaziada quando ficar cheia.
    Segundo os criadores, a lixeira flutuante funciona com um mecanismo alimentado por energia solar. A ideia é utilizá-la em portos e embarcadouros, onde o vento e as correntes aumentam o acúmulo de resíduos. O projeto deverá ser comercializado neste ano.
    A “lixeira aquática” pode coletar 1,5 kg de lixo por dia, o que dá 83 mil sacolas de plástico por ano. Estima-se que 5 milhões de toneladas de plástico sejam jogados aos mares todos os anos.

    Peter Ceiglinski, um dos fundadores do Projeto Seabin, defende que, se várias dessas lixeiras forem espalhadas pelos oceanos, o impacto pode ser significativo.
    “Suga pedaços pequenos, pedaços grandes, microplástico e óleo também. Elas são relativamente pequenas, mas até que estão tendo impacto importante. Se colocarmos centenas de milhares de Seabins, o resultado se soma”, afirmou.
    Atualmente, mais de 5 trilhões de pedaços de plástico, que pesam, no total, 270 toneladas, estão flutuando nos oceanos do planeta, provocando danos diretos aos animais marítimos e à cadeia alimentar, conforme pesquisa publicada no jornal acadêmico PLOS One.

     

    Conforme os dados coletados por cientistas dos Estados Unidos, França, Chile, Nova Zelândia e Austrália, a maioria dos detritos encontrados são “microplásticos” que medem menos de 5 milímetros.
    O volume foi calculado durante 24 expedições que duraram seis anos e foram concluídas em 2016.
    Pedaços grandes de plástico podem estrangular animais, como tartarugas marinhas e golfinhos, enquanto os pedaços menores são engolidos por peixes, sendo inseridos na cadeia alimentar até chegar aos seres humanos.

     

    Fonte: G1. Fotos: BBC.

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  • Sistema de energia solar residencial supre fatura de R$120,00

    Esse sistema residencial possui 7 módulos fotovoltaicos 270Wp e 1 inversor de 1,5kW, o telhado é voltado para o norte com excelente inclinação e esta quantidade de módulos supre uma fatura de R$ 120,00. Confira os dados abaixo e surpreenda-se com a capacidade do sistema:

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  • ONU Meio Ambiente: projetos de energia renovável nos países em desenvolvimento apoiam Acordo de Paris

    Projetos de energia renovável e eficiente nos países em desenvolvimento podem ajudar a preencher déficits no Acordo de Paris para o clima, enquanto são acompanhados de enorme benefícios econômicos e para a saúde humana, de acordo com novo relatório divulgado nesta terça-feira (31) pela 1 Gigaton Coalition, coalizão formada por ONU Meio Ambiente e governo da Noruega.

     

    Projetos de energia renovável e eficiente nos países em desenvolvimento podem ajudar a preencher déficits no Acordo de Paris para o clima, enquanto são acompanhados de enorme benefícios econômicos e para a saúde humana, de acordo com novo relatório divulgado nesta terça-feria (31) pela 1 Gigaton Coalition, coalizão formada por ONU Meio Ambiente e governo da Noruega.

    O relatório “Energia renovável e eficiente nos países em desenvolvimento: contribuições para reduzir as emissões globais” conclui que projetos com apoio internacional, implementados nos países em desenvolvimento entre 2005 e 2016, podem reduzir as emissões de dióxido de carbono equivalente (GtCO2e) em 0,6 gigatoneladas anualmente até 2020. Uma gigatonelada é equivalente a um ano de emissões do transporte na União Europeia (incluindo aviação).

    Quando ampliados por meio de compromissos internacionais para financiamento do clima, tais projetos podem entregar reduções de até 1,4 gigatoneladas de dióxido de carbono equivalentes até 2020 — permitindo que a comunidade internacional atinja seu compromisso de mobilizar um quarto dos 100 bilhões de dólares por ano para ajudar países em desenvolvimento a se adaptar às mudanças climáticas e reduzir suas emissões.

    De acordo com o relatório “Emissions Gap” da ONU Meio Ambiente, lançado também nesta terça-feira (31) o mundo precisa cortar de 11 a 13,5 GtCO2e até 2030 para estar no caminho de menor custo para atingir a meta de Paris de limitar a elevação da temperatura global a 2 graus Centígrados neste século.

    “Enquanto a energia renovável e eficiente traz outros benefícios — incluindo uma melhor saúde humana e empregos — peço que a comunidade internacional entregue os recursos que prometeu para apoiar nações em desenvolvimento em sua ação pelo clima”, disse Ine Eriksen Søreide, ministro de Relações Exteriores da Noruega. “Projetos de energia renovável em parceria e projetos e políticas de eficiência energética são vitais para a descarbonização global, ao fornecer recursos-chave e criar ambientes propícios em regiões críticas”.

    O relatório da 1 Gigaton Coalition conclui que os projetos de energia renovável e eficiente criam múltiplos benefícios para além da mitigação das mudanças do clima. Esses benefícios incluem melhoras ambientais e na saúde humana, estímulo econômico e criação de empregos, mais igualdade de gênero e melhoras sociais que apoiam os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), tornando a eficiência energética e a energia renovável um investimento amplo.

    O relatório enfatiza muitos casos onde tais benefícios foram acumulados:

    • O governo municipal de Nova Délhi fechou uma parceria com a organização IL&FS Environment para construir uma usina de aproveitamento de materiais recicláveis que irá economizar esperadas 8,2 milhões de toneladas de emissões de gases de efeito estufa em 25 anos, enquanto reduzirá a poluição do solo. O projeto contratou 70 coletores de materiais recicláveis, e criou um centro comunitário que fornece apoio e treinamento a aproximadamente 200 mulheres.

    • A cidade chinesa de Nanjing adicionou 4,3 mil veículos elétricos às ruas entre 2014 e 2015, reduzindo as emissões em 246 mil toneladas de dióxido de carbono equivalente e economizando mais de 71 milhões de dólares em contas de energia em apenas um ano.

    • Em Lagos, uma parceria entre uma empresa start-up solar e de telecomunicações levou energia solar a 50 mil casas, clínicas, escolas e empresas, beneficiando mais de 250 mil pessoas e criando 450 empregos.

    • O programa de certificação de edifícios sustentáveis na Cidade do México cobre 8,2 mil metros quadrados de área em 65 edifícios. Criou 68 novos empregos e evitou a emissão de 116,8 mil toneladas de CO2, economizou 133 milhões de quilowatt/hora (kWh) de eletricidade e 1,73 milhões de metros cúbicos de água potável.

    “O relatório mostra claramente que investimentos em energias renováveis e eficiência energética não são apenas para fugir das catástrofes da mudança climática”, disse Erik Solheim, chefe da ONU Meio Ambiente. “Eles melhoram a vida das pessoas agora ao reduzir a poluição do ar e criar empregos que vão durar”.

    Para apoiar os objetivos globais de energia renovável e eficiência energética, o relatório enfatiza a necessidade de amplo apoio à transferência conhecimento e tecnologia, mais financiamento e políticas para criar ambientes propícios para medidas descarbonização; e rápida inovação tecnológica e implementação de projetos.

    Clique aqui para baixar o relatório da 1 Gigaton Coalition e o documento Emissions Gap.

    Sobre a coalizão

    A 1 Gigaton Coalition é uma diretriz voluntária internacional iniciada e apoiada pela Noruega. É coordenada pela ONU Meio Ambiente. A coalizão apoia países para medir e reportar as emissões de gases de efeito estufa evitadas por atividades e iniciativas de energia renovável e eficiência energética.

     

    Fonte: ONU – Nações Unidas no Brasil.

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  • Geração residencial de energia solar dispara e já passa de 16 mil unidades no Brasil

    Geração residencial de energia solar dispara e já passa de 16 mil unidades no Brasil

    Mais de 16 mil unidades consumidoras de energia hoje também geram sua energia, com capacidade de produzir 182 MW, o equivalente a uma hidrelétrica de médio porte

    A geração “caseira” de energia solar virou um negócio grande no Brasil. O número de sistemas geradores instalados em residências, comércios e indústrias vem crescendo em ritmo acelerado e já chega a 16.311 unidades capazes de gerar 182 MW – o equivalente a uma hidrelétrica de médio porte –, segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

    De acordo com estudo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o crescimento da microgeração distribuída é impulsionado por três fatores principais: a redução de mais de 75% no preço da energia solar fotovoltaica; o aumento de mais de 50% nas tarifas de energia elétrica nos últimos dois anos; e um aumento na consciência e responsabilidade socioambiental dos consumidores.

    As razões do aumento do número de “prosumidores”

    A expansão do número de “prosumidores” – o consumidor de energia elétrica que também é produtor de energia – ganhou força nos últimos anos. A primeira regulação sobre a instalação de minicentrais de energia de forma não centralizada (ou seja, nas próprias unidades consumidoras de energia) foi publicada em 2012, e apenas há dois anos, em 2015, avanços na regulação do tema permitiram uma real expansão do número de unidades.

    Entre esses fatores estava a possibilidade de o consumidor recolher o imposto somente sobre a energia líquida consumida, ou seja, a diferença entre o que ele produziu e entregou para a rede de distribuição e o que ele precisou receber da rede, em momentos sem sol ou de noite. A possibilidade de guardar créditos com a energia entregue para a rede para abater na conta de luz no futuro ou de usar esses créditos na conta de luz de outras unidades geradoras também só foi pensada em 2015.

    A queda nos juros de financiamento e aumento no preço da energia das distribuidoras também ajudou a tornar mais atraentes os investimentos para instalação das placas e sistemas inteligentes, com retorno do investimento mais rápido.

     

    Fonte: Gazeta do Povo.

     

     

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  • Taxa extra na conta de luz vai subir mais de 40% em novembro

    Aneel reajustou a taxa maior, a bandeira vermelha 2, que passará de R$ 3,50 para R$ 5 a cada 100 quilowatts consumidos.

    A Agência Nacional de Energia Elétrica propôs, na terça-feira (24), mudanças nas taxas extras cobradas na conta de luz. Por causa da crise nos reservatórios, a bandeira de nível mais elevado deve ficar 43% mais cara.
    A conta não está fechando. A Agência Nacional de Energia Elétrica diz que o dinheiro arrecadado com a bandeira tarifária, a taxa extra cobrada na conta de luz, não cobre mais o custo alto.

    As bandeiras funcionam como um sinal de preço: quanto mais cara a geração de energia maior o valor da bandeira. E é justamente a taxa maior, a bandeira vermelha 2, que vai ficar mais cara já em novembro: passará de R$ 3,50 para R$ 5 a cada 100 quilowatts consumidos: um aumento de mais de 40%.

    Já a bandeira vermelha 1 segue com o mesmo valor; a amarela cai de R$ 2 para R$ 1. E a verde continua em zero.
    Apesar de a bandeira vermelha 1 não ter subido e a amarela ter diminuído, isso não significa conta mais barata. É que o governo mudou o jeito de calcular o chamado gatilho, o momento de acionar as bandeiras. Hoje ele leva em conta a expectativa de chuva, mas a partir de novembro, vai considerar também o nível dos reservatórios. Isso quer dizer que a taxa extra provocada pelas bandeiras amarela e vermelha pode aparecer mais vezes na conta de luz, um adicional que atingirá o bolso do consumidor com mais frequência.

    “O sistema tem operado de maneira estressada, com pouca água nos reservatórios, e requerendo outras fontes de geração. Então, tipicamente térmicas, e agora mais recentemente a Aneel autorizou também a importação de energia da Argentina e do Uruguai, exatamente para tentar aliviar um pouco esse estresse pelo qual o sistema está passando”, explicou o diretor da Electra Energy, Fernando Umbria.

    A agência diz que a situação dos reservatórios é crítica e há falta de chuva, o que eleva os gastos. No Sudeste e Centro-Oeste, nas usinas responsáveis pela maior parte do abastecimento do país, o nível está em 18,77%, praticamente o pior da série histórica, que foi em outubro de 2014, 18,74%. E é menor que na época do racionamento em outubro de 2001, quando o nível estava em 21%. E a previsão é piorar: em novembro, o nível desses reservatórios deve chegar a 15%. Em 2001, no mesmo mês, estava em 23,19%.

    No Nordeste, o nível dos reservatórios é menos de 7%. Reservatórios baixos levam ao acionamento das termelétricas, que produzem energia mais cara. A energia gerada em hidrelétricas no Norte custa em torno de R$ 200 o megawatt/hora. Nas térmicas a óleo diesel, R$ 1,2 mil o megawatt/hora: seis vezes mais.

    A Agência Nacional de Energia Elétrica diz que não há risco de racionamento. “Risco de abastecimento não tem, mas cada vez mais temos que acionar recursos termelétricos que custa muito caro”, disse o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino.

     

    Fonte: Jornal Nacional – G1.

     

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  • Setor solar fotovoltaico deve movimentar R$ 4,5 bi no Brasil, diz associação

    De acordo com a Absolar, País deve atingir a marca de 1 mil megawatts até o final 2017, com a criação de cerca de 20 mil novos empregos
    O setor solar fotovoltaico brasileiro está em franca expansão e deverá movimentar mais de R$ 4,5 bilhões até o final de 2017. A projeção é da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), entidade nacional que representa o segmento, e foi divulgada nesta segunda-feira (30/10).

    De acordo com a associação, o Brasil deverá atingir a marca histórica de 1 mil megawatts (MW) da fonte solar fotovoltaica operacionais na matriz elétrica nacional ainda neste ano, saltando de aproximadamente 90 MW em janeiro, um crescimento de mais de 11 vezes no período.

    Com a evolução do setor em 2017, a Absolar projeta a criação de cerca de 20 mil novos empregos no País. Segundo estatísticas internacionais do setor, para cada megawatt instalado em um determinado ano, são gerados de 25 a 30 novos postos de trabalho qualificados.

    Radar

    O crescimento deste ano colocará o Brasil no radar dos principais mercados de energia solar fotovoltaica do planeta, e no seleto grupo das 30 nações que mais investem em energia renovável, limpa e de baixo impacto ambiental através do sol.

    “O Brasil possui um dos melhores recursos solares do mundo e, com um programa nacional estruturado para desenvolver este setor, poderá se tornar um dos dez maiores mercados fotovoltaicos nos próximos anos. Hoje já somos referência em energia hidrelétrica, biomassa e eólica, e não podemos ficar para trás na área solar, cada vez mais estratégica no setor elétrico internacional”, comenta o presidente executivo da Absolar, Rodrigo Sauaia.
    Como funciona

    A energia solar é gerada pela luz do sol que incide diretamente – ou por meio de reflexo – em painéis de materiais semicondutores (silício). Esses últimos contêm células menores, que ficam dispostas em duas camadas, uma positiva e outra negativa. Quando a energia do sol chega, o material semicondutor faz com que os elétrons se movimentem entre as duas camadas e gerem uma corrente elétrica contínua.

    Como as pessoas consomem eletricidade por meio de uma corrente alternada, é necessário o uso de um inversor para transformar a corrente contínua.

    Distribuição

    O diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André Pepitone, afirma que o órgão atua em duas vertentes para difundir a energia solar no Brasil. Uma é a geração distribuída, que vem crescendo conforme diminui o prazo para recuperar o investimento. Outra são os leilões para comprar energia solar de forma centralizada.

    Pepitone explica que o Brasil tem um grande potencial para a geração de energia solar, superior até ao de outros países onde esse tipo de fonte é bastante usado para gerar energia elétrica.

    “Observe que o pior sol do Brasil, que está lá no Paraná e tem uma irradiação de 1500KWh m2/ano, é superior ao melhor sol da Alemanha”, compara.

     

    Fonte: Correio.

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  • Construções do Minha Casa, Minha Vida passarão a ter painéis de energia solar

    Uma boa notícia para os beneficiários do programa Minha Casa, Minha Vida pode estar prestes a ser anunciada. De acordo com a posição do ministro das cidades Bruno Araújo, uma equipe estaria trabalhando para implementar uma portaria que determinasse que imóveis do programa ganhem painéis de geração de energia solar. A novidade teria sido anunciada pelo ministro durante um evento na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), segundo informações da Agência Brasil.

    A novidade surge após a divulgação de um estudo realizado em parceria com a Fiesp e com Furnas sobre a implementação de energia fotovoltaica nas unidades do programa habitacional. De acordo com o veículo, o ministro assegurou que novas informações sobre a decisão deverão ser anunciadas ainda nesta semana. A expectativa é que os imóveis construídos a partir de 2018 já estejam gerando energia solar.

    O estudo aponta ainda que o custo das moradias não deverá sofrer alterações com a implantação dos painéis de geração de energia fotovoltaica, que serão adicionados ao telhado das construções. Apesar disso, a energia solar não deverá substituir completamente a energia tradicional nos imóveis do programa, mas servir como um complemento, gerando parte da energia utilizada no imóvel e reduzindo o valor da conta.

    Desde a segunda fase do Minha Casa, Minha Vida, todas as residências do programa para famílias com renda de até três salários mínimos localizadas nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste já precisavam vir obrigatoriamente equipadas com sistemas de captação de energia solar. O uso desta energia era destinado ao aquecimento da água do chuveiro, segundo informações do Portal Brasil.

     

    Fonte: Hypeness.

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  • Energia solar faz o sul do Piauí ganhar em produção agrícola e qualidade de vida

    História de produtores rurais gaúchos que investiram no agronegócio em Bom Jesus será contada em programa especial do Dia do Piauí.

    O sol como parte do desenvolvimento do Piauí é um dos destaques do especial ‘Piauí 195 Anos’ no sul do estado. Na região o sol impulsiona um campo novo para a energia fotovoltaíca, além de colaborar para a produção crescente de graõs, como a soja, em uma área econômica cada mais impulsionada pela tecnologia.
    No especial que será exibido no dia 19 de outubro após o Piauí TV 1ª edição, a região de Bom Jesus passa por intensas transformações através da energia solar. As placas fotovoltaícas contribuem tanto para impulsionar indústrias relacionadas ao cultivo de soja, tanto quanto para melhorar a qualidade de vida da população com uma energia de qualidade e limpa no município de Bom Jesus.
    O programa vai contar histórias de pessoas que contribuem para o crescimento do Piauí através do agronegócio. Depois de mostrar a história do primeiro homem que exportou a cera da carnaúba em Parnaíba, a vida de famílias que vivem da extração de palha da carnaúba em Campo Maior, a família que largou tudo em São Paulo para produzir mel em Picos e o professor universitário que incentiva a apicultura em Floriano, o programa vai à Bom Jesus.
    Na cidade com o maior produto interno bruto (PIB) per capita do estado, aproximadamente R$ 45 mil, a equipe da TV Clube, sob o comando do repórter Alan Garcia, conversa com os produtores rurais que se mudaram para lá e investiram no potencial do cultivo de soja na região, onde, neste ano, espera-se que a colheita ultrapasse duas milhões de toneladas.
    Dividido em três blocos e com 19 minutos de duração, o programa especial ‘Piauí 195 Anos’ vai ser exibido no Dia Do Piauí, depois do telejornal Piauí TV 1ª edição.

     

    Fonte: G1.

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  • Aneel eleva cobrança máxima da bandeira tarifária de R$ 3,50 para R$ 5 a cada 100 kWh

    Aneel eleva cobrança máxima da bandeira tarifária de R$ 3,50 para R$ 5 a cada 100 kWh

    Reajuste de 42,8% do patamar 2 da bandeira vermelha valerá já para o mês de novembro. Proposta da Aneel, no entanto, também passará por consulta pública, onde pode ser alterada.

    A agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (24) um aumento de 42,8% para o valor do patamar 2 da bandeira tarifária vermelha. Com o reajuste, a taxa extra cobrada nas contas de luz quando essa bandeira é acionada passará de R$ 3,50 para R$ 5,00 a cada 100 kWh consumidos.
    Segundo a decisão da Aneel, o novo valor passará a valer já a partir de novembro. Entretanto, se trata de uma proposta que passará por audiência pública e poderá ser alterada em uma votação posterior à audiência.
    De acordo com o diretor da Aneel Tiago Correia, a aplicação imediata do novo valor vai evitar um déficit ainda maior na conta que arrecada os recursos das bandeiras tarifárias, que já registra prejuízo.
    Esses recursos são usados para cobrir o aumento no custo da geração de energia no país, que ocorre quando a falta de chuvas faz cair muito o nível de armazenamento de água dos reservatórios das hidrelétricas e é necessário acionar mais termelétricas – que geram energia mais cara.
    Nesse momento, a estiagem atinge os reservatórios das principais hidrelétricas do país e ao longo de outubro já está valendo o patamar 2 da bandeira tarifária vermelha. Neste mês, o valor da bandeira inda será de R$ 3,50 para cada 100 kWh consumidos
    A proposta da agência reguladora manteve em R$ 3,00 o valor do patamar 1 da bandeira vermelha. Já a taxa da bandeira amarela cairá pela metade, de R$ 2 para R$ 1 a cada 100 kWh consumidos.

    Mudança no gatilho
    Em compensação, a Aneel alterou também os gatilhos de acionamento das bandeiras. O diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, explicou que a mudança da metodologia permitirá que o acionamento da bandeira passe a levar em consideração também o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas.
    Hoje, para o acionamento das bandeiras, são analisados o custo de geração da térmica mais cara acionada e a expectativa de chuvas.
    Com a mudança, a bandeira amarela deve passar a ser acionada antes do que geralmente ocorre.
    A mudança nos patamares foi proposta depois que a Aneel verificou que os atuais valores não têm sido suficientes para pagar pelo custo extra de geração da energia com o uso mais intenso de termelétricas.
    Com os reservatórios das usinas hidrelétricas cada vez mais baixos, por causa da falta de chuvas, o sistema elétrico depende cada vez mais de usinas térmicas, que geram energia mais cara pois funcionam por meio da queima de combustíveis.

     

    Fonte: G1.

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