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  • SC isentará ICMS da autogeração de energia elétrica distribuída

    Na terça-feira (07/03), o secretário de Estado da Fazenda, em reunião com o deputado estadual Dirceu Dresch (PT), afirmou que o governo de Santa Catarina fará a isenção da cobrança do imposto do ICMS da autogeração de energia elétrica, como a solar, cujo o excedente produzido seja compartilhado na rede pública de abastecimento. A adesão do Estado ao Convênio 16/15 será deliberada na próxima reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária, o Confaz, que ocorre no dia 3 de abril.  Hoje, com exceção de Santa Catarina e Paraná, todos os demais estados já aderiram ao convênio e isentam a cobrança do ICMS sobre a energia produzida pelo próprio consumidor.

    Segundo o secretário, governo enviará ao Legislativo na próxima semana o projeto de lei fixando a isenção da cobrança, uma exigência do Confaz. No documento de adesão ao Convênio 16/15 o governo catarinense fixa que a isenção se dará pelo prazo de 48 meses. “É completamente injusto o cidadão pagar imposto da energia que ele próprio gera. Com a extinção do ICMS, o retorno do investimento feito pela pessoa que transformou o telhado da casa em uma usina de geração solar, por exemplo, será mais rápido. É uma medida que estimulará todo o setor da mini e microgeração. O governo abre mão de um lado, mas vai arrecadar mais com o aumento das vendas de equipamentos e serviços”, afirma Dresch.

    Durante o procedimento do projeto no legislativo, o deputado afirma que irá debater o prazo de isenção que o governo quer fixar, pois considera quatro anos pouco tempo. Hoje, há 2,2 mil projetos de autogeração distribuída de energia solar só no estado de Santa Catarina.

     

    Fonte: São Joaquim Online

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  • Energia solar com custo reduzido

    Os cooperados da Viacredi podem, a partir de hoje, instalar placas fotovoltaicas em suas residências ou empresas, com preço reduzido. Pois o sistema CECRED participa do programa energia solar, esse que incentiva a popularização de fontes de energia renováveis.

    Formado a partir da constituição do CECRED, o sistema CECRED adota uma gestão democrática, fazendo com que todas as cooperativas do sistema tenham voz ativa, a fim de alcançar um objetivo: a melhoria da qualidade de vida do cooperado.

    A Viacredi oferece também uma linha de crédito específica, com taxas reduzidas para os cooperados que tenham interesse em aderir ao programa. Para participar, basta acessar: http://www.programaindustriasolar.com.br

     

    Fonte: Agenda PROGRID/ CECRED

    www.programaindustriasolar.com.br
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  • Taxa extra na conta de luz vai subir mais de 40% em novembro

    Aneel reajustou a taxa maior, a bandeira vermelha 2, que passará de R$ 3,50 para R$ 5 a cada 100 quilowatts consumidos.

    A Agência Nacional de Energia Elétrica propôs, na terça-feira (24), mudanças nas taxas extras cobradas na conta de luz. Por causa da crise nos reservatórios, a bandeira de nível mais elevado deve ficar 43% mais cara.
    A conta não está fechando. A Agência Nacional de Energia Elétrica diz que o dinheiro arrecadado com a bandeira tarifária, a taxa extra cobrada na conta de luz, não cobre mais o custo alto.

    As bandeiras funcionam como um sinal de preço: quanto mais cara a geração de energia maior o valor da bandeira. E é justamente a taxa maior, a bandeira vermelha 2, que vai ficar mais cara já em novembro: passará de R$ 3,50 para R$ 5 a cada 100 quilowatts consumidos: um aumento de mais de 40%.

    Já a bandeira vermelha 1 segue com o mesmo valor; a amarela cai de R$ 2 para R$ 1. E a verde continua em zero.
    Apesar de a bandeira vermelha 1 não ter subido e a amarela ter diminuído, isso não significa conta mais barata. É que o governo mudou o jeito de calcular o chamado gatilho, o momento de acionar as bandeiras. Hoje ele leva em conta a expectativa de chuva, mas a partir de novembro, vai considerar também o nível dos reservatórios. Isso quer dizer que a taxa extra provocada pelas bandeiras amarela e vermelha pode aparecer mais vezes na conta de luz, um adicional que atingirá o bolso do consumidor com mais frequência.

    “O sistema tem operado de maneira estressada, com pouca água nos reservatórios, e requerendo outras fontes de geração. Então, tipicamente térmicas, e agora mais recentemente a Aneel autorizou também a importação de energia da Argentina e do Uruguai, exatamente para tentar aliviar um pouco esse estresse pelo qual o sistema está passando”, explicou o diretor da Electra Energy, Fernando Umbria.

    A agência diz que a situação dos reservatórios é crítica e há falta de chuva, o que eleva os gastos. No Sudeste e Centro-Oeste, nas usinas responsáveis pela maior parte do abastecimento do país, o nível está em 18,77%, praticamente o pior da série histórica, que foi em outubro de 2014, 18,74%. E é menor que na época do racionamento em outubro de 2001, quando o nível estava em 21%. E a previsão é piorar: em novembro, o nível desses reservatórios deve chegar a 15%. Em 2001, no mesmo mês, estava em 23,19%.

    No Nordeste, o nível dos reservatórios é menos de 7%. Reservatórios baixos levam ao acionamento das termelétricas, que produzem energia mais cara. A energia gerada em hidrelétricas no Norte custa em torno de R$ 200 o megawatt/hora. Nas térmicas a óleo diesel, R$ 1,2 mil o megawatt/hora: seis vezes mais.

    A Agência Nacional de Energia Elétrica diz que não há risco de racionamento. “Risco de abastecimento não tem, mas cada vez mais temos que acionar recursos termelétricos que custa muito caro”, disse o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino.

     

    Fonte: Jornal Nacional – G1.

     

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  • Aneel eleva cobrança máxima da bandeira tarifária de R$ 3,50 para R$ 5 a cada 100 kWh

    Aneel eleva cobrança máxima da bandeira tarifária de R$ 3,50 para R$ 5 a cada 100 kWh

    Reajuste de 42,8% do patamar 2 da bandeira vermelha valerá já para o mês de novembro. Proposta da Aneel, no entanto, também passará por consulta pública, onde pode ser alterada.

    A agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (24) um aumento de 42,8% para o valor do patamar 2 da bandeira tarifária vermelha. Com o reajuste, a taxa extra cobrada nas contas de luz quando essa bandeira é acionada passará de R$ 3,50 para R$ 5,00 a cada 100 kWh consumidos.
    Segundo a decisão da Aneel, o novo valor passará a valer já a partir de novembro. Entretanto, se trata de uma proposta que passará por audiência pública e poderá ser alterada em uma votação posterior à audiência.
    De acordo com o diretor da Aneel Tiago Correia, a aplicação imediata do novo valor vai evitar um déficit ainda maior na conta que arrecada os recursos das bandeiras tarifárias, que já registra prejuízo.
    Esses recursos são usados para cobrir o aumento no custo da geração de energia no país, que ocorre quando a falta de chuvas faz cair muito o nível de armazenamento de água dos reservatórios das hidrelétricas e é necessário acionar mais termelétricas – que geram energia mais cara.
    Nesse momento, a estiagem atinge os reservatórios das principais hidrelétricas do país e ao longo de outubro já está valendo o patamar 2 da bandeira tarifária vermelha. Neste mês, o valor da bandeira inda será de R$ 3,50 para cada 100 kWh consumidos
    A proposta da agência reguladora manteve em R$ 3,00 o valor do patamar 1 da bandeira vermelha. Já a taxa da bandeira amarela cairá pela metade, de R$ 2 para R$ 1 a cada 100 kWh consumidos.

    Mudança no gatilho
    Em compensação, a Aneel alterou também os gatilhos de acionamento das bandeiras. O diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, explicou que a mudança da metodologia permitirá que o acionamento da bandeira passe a levar em consideração também o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas.
    Hoje, para o acionamento das bandeiras, são analisados o custo de geração da térmica mais cara acionada e a expectativa de chuvas.
    Com a mudança, a bandeira amarela deve passar a ser acionada antes do que geralmente ocorre.
    A mudança nos patamares foi proposta depois que a Aneel verificou que os atuais valores não têm sido suficientes para pagar pelo custo extra de geração da energia com o uso mais intenso de termelétricas.
    Com os reservatórios das usinas hidrelétricas cada vez mais baixos, por causa da falta de chuvas, o sistema elétrico depende cada vez mais de usinas térmicas, que geram energia mais cara pois funcionam por meio da queima de combustíveis.

     

    Fonte: G1.

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  • ANEEL anuncia aumento de conta de luz e hotéis economizam com sustentabilidade

     

    A ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) divulgou que a bandeira tarifária na conta de energia elétrica será vermelha a partir deste mês de outubro, ou seja, com acréscimo de R$ 3,50 a cada 100 quilowatts-hora (kwh) consumidos na conta de luz.

    Um dos setores que “sofre” com a cobrança do consumo de energia é a rede hoteleira. De acordo com uma pesquisa realizada pelo IBGE em 2016 – Pesquisa de Serviços de Hospedagem – há em torno de 31.299 estabelecimentos no país, que possuíam 1.011.254 unidades habitacionais (suítes, quartos e chalés) e 2.407.892 leitos.

    A maior parte da rede hoteleira do Brasil está no Sudeste com 41,8% dos estabelecimentos. Em segundo vem o Nordeste com 23,6%. São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia são os estados líderes em número de estabelecimentos de hospedagem e, juntos, são responsáveis por 48% do total dos hotéis.

    Para driblar os custos, muitos hotéis têm buscados energias alternativas, assim como é o caso do Hotel Pousada Vale do Sol, em Pompéia –SP, que investiu cerca de R$ 230 mil em energia solar (energia fotovoltaica). De acordo com o proprietário José Carlos de Sá, ele optou pelo sistema por ser uma energia limpa e pela redução de custo.

    Desde que instalou os equipamentos em 2015 houve uma queda considerável em sua conta. “Chegamos a pagar R$ 8.600,00 reais por mês, e após instalação nunca ultrapassamos R$ 2.500,00”, afirma José Carlos. O sistema implantado abastece diversas atividades no hotel, como: lavanderia, iluminação externa e interna, campo de futebol, quadra de tênis, cozinha, câmara fria etc.

     

    Fonte: MS Notícias.

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  • Brasil deve integrar Top 20 em energia solar em 2018

    De acordo com o boletim do setor, País tem 2,6 GW contratados, com previsão de entrada em operação até 2018.

    O Brasil deve integrar o ranking dos 20 maiores produtores de energia solar em 2018. A expansão do uso do recurso no País, bem como a potência de 2,6 GW de geração centralizada, já contratada, vão colaborar para que a meta seja alcançada.

    A informação está no boletim “Energia Solar no Brasil e no Mundo – Ano de Referência – 2015”, publicado pelo Ministério de Minas e Energia (MME). A publicação aponta que, em 2014, foram contratados 31 projetos em leilões (890 MW) e, em 2015, 63 projetos (1.763 MW). Ambos totalizaram 2.653 MW de capacidade instalada.

    Entre os países com maior potência instalada estão: China, Estados Unidos, Alemanha, Japão e Itália. O grupo responde por 68% do total mundial nessa fonte. Em 2015, a China alcançou o 1º lugar no ranking mundial de geração e os Estados Unidos ficaram em 2º, ambos superando a Alemanha, líder do ranking em 2014.

     

    Oferta mundial

    Até o final de 2015, todos os países do mundo computavam uma potência instalada solar fotovoltaica de 234 GW, considerando também a expansão de 52 GW no ano.

    De acordo com dados da Agência Internacional de Energia (IEA), a geração solar poderá responder por cerca de 11% da oferta mundial de energia elétrica em 2050 (5 mil TWh). A área coberta por painéis fotovoltaicos capaz de gerar essa quantidade é de 8 mil km², o equivalente a um quadrado de 90 km de lado.

    Para 2024, a estimativa do Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE-2024), é que a capacidade instalada de geração solar no Brasil chegue a 8.300 MW. A proporção da geração solar chegará a 1% da total. Os estudos do PDE 2025, em elaboração, sinalizam a ampliação dessas previsões.

     

    Geração distribuída

    O número de instalações solares distribuídas apresenta crescimento no Brasil. Em oito meses, essas instalações triplicaram no País, aproximando-se de 4000 unidades, com potência média de 7,4 KW.

    Os estudos do Plano Nacional de Energia (PNE 2050), em elaboração pela Empresa de Pesquisa Energética, estimam que 18% dos domicílios de 2050 contarão com geração fotovoltaica (13% do consumo residencial).

    Para ampliar ações de estímulo à geração distribuída, o Banco do Nordeste lançou uma linha de crédito para ampliar ações nessa área. O financiamento utiliza recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) e tem prazo de pagamento de até 12 anos, com um ano de carência.

    O crédito do Banco do Nordeste é destinado a empresas agroindustriais, industriais, comerciais e de prestação de serviços, além de produtores rurais, cooperativas e associações beneficiadas ou não com recursos do FNE.

     

    Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério de Minas e Energia.

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  • O sol nasceu pra todos

    O Brasil é um país tropical. Esse fato, que já foi descrito e cantado por diversos intérpretes, chama a atenção para uma realidade bem menos cantada, mas de igual importância: o enorme potencial de energia solar do país.

    Esse potencial se tornou ainda mais relevante quando, em 2012, a Resolução 482 da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) passou a permitir que todo cidadão use seu telhado para gerar sua própria eletricidade e receber descontos em sua conta de luz.

    E não é pouca energia. Dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) mostram que, se todo o potencial teórico de geração de eletricidade nas residências brasileiras fosse aproveitado com sistemas fotovoltaicos, produziríamos o suficiente para abastecer mais de duas vezes o atual consumo residencial. Esse aproveitamento também abriria a possibilidade de geração de, aproximadamente, seis milhões de novos postos de trabalho diretos e indiretos. E significaria uma economia de cerca de R$95 bilhões por ano para a população.

    Para que todos os brasileiros tenham acesso a um sistema fotovoltaico, a energia solar precisa receber mais incentivos do Governo. Dessa forma, conseguiríamos aumentar o uso da energia solar no Brasil e, ao mesmo tempo, incentivar o desenvolvimento da indústria nacional.

    Dentre as medidas que precisam ser alteradas, destacamos a necessidade de serem criadas linhas de crédito subsidiadas que popularizem a aquisição do sistema. Também é imprescindível que os cidadãos tenham a possibilidade de utilizar os recursos de seu Fundo de Garantia (FGTS) para esse fim.

    Em paralelo, é indispensável que tenhamos campanhas de conscientização promovidas pelo poder público e pela sociedade civil, para expandir – entre governantes e cidadãos – os benefícios dessa fonte energética. Somente três em cada dez  brasileiros sabem da possibilidade de gerar sua própria energia, segundo uma pesquisa realizada pelo Greenpeace em conjunto com a Market Analisys em dezembro de 2013.

    Esse cenário precisa mudar. Um melhor aproveitamento do potencial de energia solar no Brasil constitui não só mais segurança energética para o país – que tem enfrentado uma grave crise elétrica e hídrica –, mas também uma enorme contribuição na geração de emprego e renda para os brasileiros.

    Somando-se a isso, essa matriz energética oferece ainda uma importante contribuição na luta contra as mudanças climáticas, na qual todos nós temos papel essencial a desempenhar. Sendo assim, por que não começar por nossos próprios telhados?

     

    Fonte: Greenpeace Brasil.

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  • O preço da energia e seu impacto no custo de produção

    A energia elétrica é a principal fonte para a maioria das empresas. Como no Brasil o preço da energia é um dos mais altos do mundo, este é um item que representa um alto custo para a produção. Portanto, fazer uso eficiente da energia é vital para um bom desempenho e até mesmo para aumentar a competitividade das empresas. Mas além de economizar, é necessário adotar novas fontes energéticas, especialmente as renováveis, como a eólica e a solar.

    Comparando estas duas fontes sustentáveis, a energia solar está em vantagem, pois é livre de ruídos e vibrações (causados pelas turbinas da fonte eólica), possui valor acessível, além do benefício da grande incidência de sol no Brasil, sendo que a captação ocorre mesmo nos dias nublados. Quando há menor incidência, pode-se utilizar os créditos gerados nos dias em que a produção energética é maior do que o consumo.

    A instalação dos módulos (painéis fotovoltaicos) é prática e ágil, sendo acompanhada por profissionais que a idealizam desde o projeto, visando o melhor custo-benefício de acordo com a necessidade, antes mesmo da execução. É possível projetar o retorno do investimento de acordo com o consumo da unidade e, ainda, a Rakia também se responsabiliza pela homologação, isto é, a regularização, resolvendo a parte burocrática do projeto, proporcionando uma solução inteligente de economia com agilidade e total amparo técnico.

    Fontes: Ecodesenvolvimento e Rakia.

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  • Leis de incentivo à energia solar: uma oportunidade de economizar e cuidar da natureza.

    Enquanto a maior parte da energia produzida no planeta é obtida através de combustíveis fósseis, o Brasil possui 90% da sua energia vinda de hidrelétricas. A baixa dos níveis dos reservatórios de água, no entanto, fez o país pensar em incentivos à energia solar ao longo dos anos.

    Os incentivos à energia solar são um tentativa de favorecer energias limpas e renováveis, ao invés de permitir que o suprimento destas quedas de produtividade seja feito através de combustíveis fósseis altamente poluentes.

    Na prática, estas políticas de favorecimento são uma boa oportunidade para você economizar dinheiro com sua própria conta de luz, e ainda contribuir com a produção de energia não poluente.

    Conheça os principais incentivos à energia solar, e como você pode beneficiar-se deles:

    INCENTIVOS DE ISENÇÃO

    No ano de 2013, foi proposto um projeto de lei no Senado nacional que sugeria a isenção de componentes necessários para a instalação de geração elétrica a partir de energia solar. A proposta, aprovada em 2015, garantia que a instalação de novas plantas de geração e microgeração sejam adquiridas com a isenção de diversos impostos, assim como a isenção de taxas na conta de luz que utilize a geração solar. A isenção de impostos inclui as taxas de importação dos produtos, estimulando a instalação de placas solares.

    MICROGERAÇÃO E CRÉDITOS DE ENERGIA

    Entre os maiores incentivos à energia solar no Brasil, está a regulamentação sobre a microgeração residencial,  estabelecida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) em 2012.

    Esta regulamentação permite que qualquer residência possua painéis solares que possam ser utilizados como forma de geração autônoma de energia. Isso não apenas reduz o consumo de energia obtido através da distribuidora, mas – em horários de pico de produção energética – ainda pode devolver energia à rede de distribuição.

    Este processo de “devolução” é o que gera os chamados créditos de energia, que são créditos energéticos gerados para a residência que produziu mais energia do que consumiu durante um período. Estes créditos são descontados em momentos onde o consumo é maior do que a produção.

    A economia é útil tanto para o consumidor, que diminui sua conta, quanto para o Estado, que recebe menos demanda de fontes de energia mais poluentes – que, em períodos de baixa nos reservatórios de hidrelétricas, costumam ser baseadas na queima de combustíveis fósseis, como carvão mineral e gás natural.

    Fonte: Portal da Energia

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