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  • Powerbank Helio recarrega com energia solar e também funciona como lanterna

    Powerbank Helio recarrega com energia solar e também funciona como lanterna

    O Hélio é um powerbank que pode ser alternativa para quem fica dias em locais afastados sem fonte de eletricidade por perto. Equipado com um painel solar, o aparelho usa luz natural para recarregar uma bateria interna de 5.200 mAh e oferecer duas opções de iluminação artificial: com os modos lâmpada e lanterna. Segundo os criadores, o dispositivo funciona continuamente com uma hora diária de exposição ao sol. A pré-venda acontece no site Kickstarter por US$ 64 (R$ 202) incluindo frete para o Brasil.

    A bateria do Helio é suficiente para recarregar cerca de três vezes a bateria de um iPhone 8 ou duas vezes a de um iPhone 8 Plus. A entrada USB do equipamento oferece 10 watt de potência, entregando energia mais rapidamente que um carregador de parede comum. Há, ainda, uma porta USB secundária que permite ligar o powerbank na rede elétrica, ideal para levar o produto devidamente carregado para uma viagem noturna.

    O gadget foi pensado para aventureiros que necessitam de uma fonte de energia em qualquer lugar. Por isso, o Helio tem um design que permite fixar o corpo no alto para alcançar os raios de luz até em locais encobertos por mata fechada. Outra função importante nessas situações é a luz vermelha, ideal para usar à noite sem perturbar o sono do dono e dos animais silvestres ao redor.

    Durabilidade

    Os criadores do powerbank Helio pretendem entregar um produto durável. Apesar da carcaça robusta, o principal destaque está nos componentes internos, que incluem expectativa de 3,5 a 5 anos de vida útil. No dia a dia, o equipamento pode funcionar no modo lâmpada ou lanterna por até 700 horas na potência baixa, com 3 ou 4 lúmens de intensidade, com uma hora de carga solar.

    Entre 25 e 30 lúmens, a duração baixa para 120 horas; e no modo máximo, com 140 a 150 lúmens, para 15 horas. Para obter esse rendimento, é preciso recarregar a bateria totalmente.

    Encomenda

    A campanha do Helio no Kickstarter ainda tem um mês para chegar ao fim, mas já arrecadou sete vezes mais do que o objetivo inicial. Quem comprar o produto nesse período garante um preço mais baixo, mas terá que esperar pela entrega estimada para dezembro.

    Fonte: Techtudo.

    Foto: reprodução Kickstarter.

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  • ANEEL anuncia aumento de conta de luz e hotéis economizam com sustentabilidade

     

    A ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) divulgou que a bandeira tarifária na conta de energia elétrica será vermelha a partir deste mês de outubro, ou seja, com acréscimo de R$ 3,50 a cada 100 quilowatts-hora (kwh) consumidos na conta de luz.

    Um dos setores que “sofre” com a cobrança do consumo de energia é a rede hoteleira. De acordo com uma pesquisa realizada pelo IBGE em 2016 – Pesquisa de Serviços de Hospedagem – há em torno de 31.299 estabelecimentos no país, que possuíam 1.011.254 unidades habitacionais (suítes, quartos e chalés) e 2.407.892 leitos.

    A maior parte da rede hoteleira do Brasil está no Sudeste com 41,8% dos estabelecimentos. Em segundo vem o Nordeste com 23,6%. São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia são os estados líderes em número de estabelecimentos de hospedagem e, juntos, são responsáveis por 48% do total dos hotéis.

    Para driblar os custos, muitos hotéis têm buscados energias alternativas, assim como é o caso do Hotel Pousada Vale do Sol, em Pompéia –SP, que investiu cerca de R$ 230 mil em energia solar (energia fotovoltaica). De acordo com o proprietário José Carlos de Sá, ele optou pelo sistema por ser uma energia limpa e pela redução de custo.

    Desde que instalou os equipamentos em 2015 houve uma queda considerável em sua conta. “Chegamos a pagar R$ 8.600,00 reais por mês, e após instalação nunca ultrapassamos R$ 2.500,00”, afirma José Carlos. O sistema implantado abastece diversas atividades no hotel, como: lavanderia, iluminação externa e interna, campo de futebol, quadra de tênis, cozinha, câmara fria etc.

     

    Fonte: MS Notícias.

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  • EUA: investimento em energia renovável evitou 12 mil mortes. E no Brasil?

    Dado consta de estudo publicado na revista científica Nature Energy; óbitos seriam causados por problemas de saúde relacionados à poluição do ar

    Substituir o uso de combustíveis fósseis (originários do petróleo e do carvão) por alternativas menos poluentes contribui para a melhoria da qualidade do ar, o que reduz os riscos de mortes prematuras. A conclusão é de um estudo da Universidade de Berkeley, na Califórnia (EUA), publicado em agosto na conceituada revista científica Nature Energy.

    A pesquisa demonstra que, entre 2007 e 2015, a melhoria na qualidade do ar de várias cidades americanas levou a uma economia entre US$ 29,7 bilhões e US$ 112,8 bilhões – dependendo da região – e poupou de 3 mil a 12,7 mil mortes prematuras que seriam causadas por problemas de saúde relacionados à poluição do ar. Os investimentos em energia solar e eólica teriam sido, portanto, fundamentais para esses números, aponta o estudo.

    Enquanto no Brasil a maior fonte de geração de energia são as hidrelétricas, os Estados Unidos têm o gás natural e as termelétricas movidas a carvão como principais vetores de sua matriz energética.

    O principal autor do estudo, Dev Millstein, afirmou que o maior benefício da melhoria na qualidade do ar reside no fato de que a redução na emissão de poluentes ajudou a evitar milhares de mortes. “Também houve diminuições na incidência de asma, bronquite, enfartes não-fatais, visitas ao pronto-socorro por problemas respiratórios, cardiovasculares e nas faltas ao trabalho e escola”, acrescentou.

    E no Brasil?

    Aqui no Brasil, apenas na cidade de São Paulo, 12.796 vidas seriam poupadas até 2050 caso houvesse 100% da substituição do diesel pela matriz elétrica. A mudança também evitaria gastos da ordem de R$ 3,8 bilhões por causa da perda de produtividade decorrente das mortes, segundo estudo do Instituto Saúde e Sustentabilidade, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), divulgado no último mês de maio.

    A pesquisa analisou três cenários elaborados pela organização não governamental Greenpeace. O pior reflete a continuidade das políticas públicas atuais. Se mantida essa situação até 2050, seriam contabilizadas 178.155 mortes que podem ser atribuídas à poluição do ar por causa da emissão de material particulado fino, uma característica do uso do diesel.

    De acordo com um dos autores do estudo, o médico Paulo Saldiva, diretor do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (USP), os poluentes da queima do diesel podem aumentar o risco de derrame, além de câncer de pulmão e bexiga.

     

    Fonte: Correio.

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  • Como funciona a energia solar fotovoltaica?

    Como funciona?

    As células fotovoltaicas (ou células solares) são feitas a partir de materiais semicondutores (normalmente o silício). Quando a célula é exposta à luz, parte dos elétrons do material iluminado absorve fótons (partículas de energia presentes na luz solar).

    Os elétrons livres são transportados pelo semicondutor até serem puxados por um campo elétrico. Este campo elétrico é formado na área de junção dos materiais, por uma diferença de potencial elétrico existente entre esses materiais semicondutores. Os elétrons livres são levados para fora da célula solar e ficam disponíveis para serem usados na forma de energia elétrica.

    Ao contrário do sistema heliotérmico, o sistema fotovoltaico não requer alta irradiação solar para funcionar.

     

     

    Fonte: Ecycle.

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  • A alvorada da energia solar: Greenpeace Brasil lança estudo que mostra como a energia fotovoltaica pode trazer benefícios ambientais, sociais e econômicos para o país

     

     

    Já pensou sobre o que mudaria no seu dia-a-dia se você pudesse gerar sua própria energia, ter mais independência, mais escolhas e menos gastos? Agora imagine como seria nosso país se a energia solar fotovoltaica estivesse na casa de muitas e muitas pessoas. Que tipo de benefícios veríamos na nossa economia? E como essa fonte favoreceria o meio ambiente?

    Para mostrar esse país do futuro, que não está tão longe assim, o Greenpeace Brasil lança o estudo Alvorada – Como o incentivo à energia solar fotovoltaica pode transformar o Brasil. No documento, analisamos  algumas medidas que facilitariam o acesso das pessoas a sistemas fotovoltaicos, tanto para residências quanto para comércios.

    Calculamos, por exemplo, o impacto de o governo liberar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para o trabalhador que quer usá-lo na compra de placas solares, como hoje acontece no caso do primeiro imóvel. Ou então, o que aconteceria se fossem menores os tributos que incidem nas placas que compõem os painéis. Baixar essas cobranças irá diminuir em até 20% o preço dos sistemas e, portanto, torná-los mais viáveis para muitas famílias.

    Avaliamos como a Resolução Normativa 687/15, que entrou em vigor em março deste ano, irá impactar em maior adesão à energia solar. E, também, como seria o Brasil em 2030 caso o governo não adote incentivo algum. Ou seja, se continuarmos como estamos hoje.

    “Todas as medidas levantadas no estudo são factíveis e de responsabilidade dos governos municipais, estaduais e federal. Está nas mãos do poder público permitir que, na prática, os brasileiros possam gerar sua própria energia e economizar na conta de luz. Esse estudo mostra quais as melhores saídas para isso”, diz Bárbara Rubim, da Campanha de Clima e Energia do Greenpeace Brasil.

    O documento também aponta como esses incentivos trariam impactos positivos em questões ambientais, sociais e econômicas. Se mais pessoas gerarem sua própria eletricidade, evitaremos que toneladas de gases de efeito estufa sejam despejadas na atmosfera. Isso porque, diminuiríamos a demanda pela energia oferecida pelo governo, oriunda de grandes usinas térmicas que queimam combustíveis fósseis e são altamente poluentes. Também poderíamos tornar desnecessária a construção de novas usinas hidrelétricas na Amazônia.

    Caso todas as medidas propostas sejam adotadas pelo governo, a adesão à energia solar seria tão grande que teríamos 41,4 mil MWp instalados em telhados até 2030. A eletricidade produzida por esses sistemas seria o dobro do valor pretendido com o Complexo Hidrelétrico do Rio Tapajós, na Amazônia. A construção dessa usina irá trazer grandes devastações para o meio ambiente e colocará em risco as populações locais de índios Munduruku.

    A energia solar pode transformar a vida de muitos brasileiros. E, neste estudo, mostramos que ela pode ser a responsável por milhões de vagas no mercado de trabalho de forma direta e indireta. No cenário mais otimista deste estudo, chegaríamos a quase 4 milhões de vagas de trabalho relacionadas à expansão da energia solar.

    “No momento atual, incentivar a energia solar é uma oportunidade que não pode ser desperdiçada, já que, como aponta o estudo, cumpre um duplo papel: ajuda a população a reduzir seus gastos mensais com eletricidade, ajuda o país no seu compromisso para reduzir a emissão de gases de efeito estufa. E ainda tem impactos positivos na economia nacional, que passa por uma fase difícil”, diz Rubim.

    Os gráficos abaixo mostram a evolução de alguns indicadores de acordo com três cenários avaliados no estudo: O Brasil continua o mesmo, em que nada mudaria até 2030 em relação aos incentivos à fonte solar; o FGTS para comprar placas solares, que apresenta os impactos dessa medida; e Melhor Brasil. Neste cenário, juntamos todas os incentivos do relatório e mostramos como eles impulsionariam a energia solar e seus benefícios no país.

    O que diz o estudo: 

    • Caso todas as prefeituras dessem R$ 150 de descontos anuais no IPTU para as residências com sistemas fotovoltaicos, até 2030, o governo veria um retorno de  R$ 1,7 bilhão em tributos gerados e recolhidos.
    • Isentar de impostos alguns itens que compõem os sistemas fotovoltaicos irá baratear seus custos e impulsionar as vendas. Em 15 anos, 833.273 vagas de empregos diretas e indiretas seriam criadas como efeito da movimentação desse mercado.
    • O incentivo que se mostrou mais importante para expandir e acelerar a difusão dos sistemas fotovoltaicos no Brasil foi o uso do FGTS. Segundo os cálculos do estudo, hoje é mais vantajoso investir o dinheiro do fundo para comprar um sistema fotovoltaico do que deixá-lo guardo.
    • Se todos os estados deixassem de cobrar ICMS na eletricidade gerada pelo sistema fotovoltaico e injetada na rede de distribuição, mais pessoas veriam vantagens em ter painéis solares. E, até 2030, o Brasil teria deixado de emitir 118,8 milhões de toneladas de gases que agravam o efeito estufa e são responsáveis pelas mudanças climáticas. Hoje, apenas 11 estados têm essa política de isenção do ICMS.
    • Desde março deste ano, está em vigor a Resolução Normativa 687. Ela tornou a microgeração de energia mais vantajosa e, segundo o estudo, será responsável por tantas adesões a placas solares que, em quinze anos, mais de 6 milhões de casas ou comércios estarão produzindo energia em telhados.
    Fonte e imagens: Greenpeace.
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  • Leis de incentivo à energia solar: uma oportunidade de economizar e cuidar da natureza.

    Enquanto a maior parte da energia produzida no planeta é obtida através de combustíveis fósseis, o Brasil possui 90% da sua energia vinda de hidrelétricas. A baixa dos níveis dos reservatórios de água, no entanto, fez o país pensar em incentivos à energia solar ao longo dos anos.

    Os incentivos à energia solar são um tentativa de favorecer energias limpas e renováveis, ao invés de permitir que o suprimento destas quedas de produtividade seja feito através de combustíveis fósseis altamente poluentes.

    Na prática, estas políticas de favorecimento são uma boa oportunidade para você economizar dinheiro com sua própria conta de luz, e ainda contribuir com a produção de energia não poluente.

    Conheça os principais incentivos à energia solar, e como você pode beneficiar-se deles:

    INCENTIVOS DE ISENÇÃO

    No ano de 2013, foi proposto um projeto de lei no Senado nacional que sugeria a isenção de componentes necessários para a instalação de geração elétrica a partir de energia solar. A proposta, aprovada em 2015, garantia que a instalação de novas plantas de geração e microgeração sejam adquiridas com a isenção de diversos impostos, assim como a isenção de taxas na conta de luz que utilize a geração solar. A isenção de impostos inclui as taxas de importação dos produtos, estimulando a instalação de placas solares.

    MICROGERAÇÃO E CRÉDITOS DE ENERGIA

    Entre os maiores incentivos à energia solar no Brasil, está a regulamentação sobre a microgeração residencial,  estabelecida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) em 2012.

    Esta regulamentação permite que qualquer residência possua painéis solares que possam ser utilizados como forma de geração autônoma de energia. Isso não apenas reduz o consumo de energia obtido através da distribuidora, mas – em horários de pico de produção energética – ainda pode devolver energia à rede de distribuição.

    Este processo de “devolução” é o que gera os chamados créditos de energia, que são créditos energéticos gerados para a residência que produziu mais energia do que consumiu durante um período. Estes créditos são descontados em momentos onde o consumo é maior do que a produção.

    A economia é útil tanto para o consumidor, que diminui sua conta, quanto para o Estado, que recebe menos demanda de fontes de energia mais poluentes – que, em períodos de baixa nos reservatórios de hidrelétricas, costumam ser baseadas na queima de combustíveis fósseis, como carvão mineral e gás natural.

    Fonte: Portal da Energia

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  • Muito além da economia de energia: as catástrofes ambientais causadas pelas fontes de energia não renováveis

     

    Todo ano e, até várias vezes no mesmo ano, a história se repete: aumento na tarifa de energia elétrica. O motivo normalmente é o custo da geração desse tipo de energia e o seu consumo inconsciente. No Brasil, por exemplo, as principais fontes de produção são a hidroelétrica e de combustíveis fósseis (petróleo, carvão, gás natural).

    A usina hidrelétrica, fonte que gera 90% da energia do país, envolve desvio do curso do rio e, portanto, pode causar grandes impactos ambientais como: remoção de moradores deixando desalojados (alguns casos até reservas indígenas), mudança climática, desaparecimento de espécies de peixes, morte de alguns animais e/ou fuga para refúgios secos, alagamento de florestas (que resulta em apodrecimento de madeira embaixo da inundação e libera gás metano) bem como desmatamento para realização da obra que tem altíssimo custo, muitas vezes financiado com dinheiro público ou, quando de empresa privada, revertida na conta de luz.

    Em território brasileiro, ainda que bastante explorados, os combustíveis fósseis estão atrás da fonte hidroelétrica em termos de porcentagem da produção total, mas ainda assim é um número bem expressivo. Porém mundialmente falando, o número é elevadíssimo correspondendo a 80% do total da energia utilizada no mundo. O fato de ser a fonte mais utilizada no planeta é assustador, pois são justamente eles os responsáveis pela maior parcela da poluição ambiental e efeito estufa em virtude da liberação de gases tóxicos.

    A água e os combustíveis fósseis são chamados equivocadamente de “fontes renováveis”, sendo que sabemos que ambos são esgotáveis, tanto a água essencial para toda forma de vida (humana, fauna e flora) que está cada vez mais escassa, quanto os combustíveis fósseis que são formados pela decomposição de matéria orgânica por milhões de anos, não havendo tempo suficiente de sua reposição na mesma escala e consumo humanos. Considerando o constante desenvolvimento das cidades e o consumo insconsciente, a matriz energética atual não é sustentável e estima-se que até 2030 haja aumento de 60% do consumo, sendo insuficiente a produção atual e necessária a implantação de ainda mais fontes de geração de energia.

    Ponderando todas as catástrofes ecológicas por estas fontes não sustentáveis, certamente é emergencial buscar uma alternativa limpa e sustentável para suprir esta demanda. Embora a energia eólica seja mais limpa do que as mencionadas, ela ainda é incômoda para os moradores devido ao barulho, vibração das hélices e a poluição visual, além de perturbar o fluxo migratório de aves, como acontece na Espanha, por exemplo.

    A energia solar, no entanto, é uma energia limpa, renovável e de baixo impacto ambiental, pois se utiliza da luz do sol, que possui grande incidência no território brasileiro e incide em todo o mundo. O funcionamento é silencioso e tem longa vida útil, sendo necessário apenas manutenções de limpeza semestral, com uma instalação ágil e prática feita por técnicos especializados. Com a energia solar é possível reduzir a quase zero a conta de energia e, portanto, obter o retorno do investimento inicial. Além disso, há kits para instalação residencial ou industrial.
    Se a solução é tão fácil e acessível, por quanto tempo ainda continuaremos pagando o preço altíssimo da destruição da natureza e de tantas vidas? Temos que repensar nosso consumo, nossos hábitos e melhorar o planeta em que vivemos.

     

    Fontes:
    Mundo Educação – Geografia – Fontes de Energia do Brasil.

    Greenpeace – Notícias – Um erro chamado de hidrelétrica.

    Mundo Estranho – Ambiente – Qual o impacto ambiental da instalação de uma hidrelétrica?

    Engenharia Sustentável – Combustíveis fósseis e seus impactos ambientais, sociais e geopolíticos.

    Guia do Estudante – Resumo de Geografia: Fontes energéticas e suas relações econômicas.

    Mosaico – Nova Era da Eletricidade para economia de energia sustentável.

    Autossustentável – A Energia Solar no Brasil e Seus Benefícios.

    Foto: Brasil 247.

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    Criado por alunos da Eindhoven University of Technology, na Holanda, o Stella Lux é um carro com painéis solares instalados no teto, que pode transportar quatro pessoas durante 1 mil quilômetros com uma única carga. Além disso, possui itens que o tornam ainda mais seguro, rápido e com um consumo eficiente, como o sistema de geolocalização, que ajuda o motorista a encontrar a rota mais curta. “Ao combinar um design aerodinâmicocom materiais leves, como o carbono e alumínio, os estudantes de Eindhoven chegaram a um formato muito eficiente em termos de energia”, explica Tom Selten, chefe da equipe.

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